Num edifício banal nos arredores de Lisboa, para uso privado de uma sociedade religiosa, prevê-se uma biblioteca como espaço de excepção, um local de estudo, de pesquisa, de trabalho e de reunião, composto por uma sala de leitura e uma sala de depósito.
A geometria do tecto estabiliza o construído existente e desqualificado, a cor convida ao silêncio e à serenidade e o uso da madeira reforça a escala e temperatura. Procurou-se uma espacialidade austera e rigorosa onde são os livros que definem o ambiente, envolvente e personalizado.
Biblioteca de São Paulo
Apelação, Loures, Portugal
2014
prémis FAD interiores 2015
cliente
Sociedade de São Paulo
fotografia
FG+SG