O Museu está incluído no piso térreo de um edifício de escritórios, contemporâneo e multifuncional. A ocupação e definição do espaço expositivo partiu do interesse em manter visível a laje existente, criando um ambiente branco e luminoso que reforçasse a ideia de limite, interior, que autonomizasse o museu da restante ocupação do edifício.

A exposição e os seus conteúdos ordenam o espaço expositivo, organizados em contentores transparentes que permitem uma leitura global do espaço e reforçam o contraste entre o espaço expositivo e a reprodução de ambientes farmacêuticos históricos – Farmácia Estácio do Porto e Farmácia Islâmica.

Museu da Farmácia
Porto, Portugal
2009—2010
projeto com P 06 studio
fotografia João Morgado